segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Em . Fim_

É plural a distância entre dois seres. Amantes ou não. Haveria de ser singular se não houvesse o que haver, mas, pluralidade há, onde a pulsação dos sentimentos remetem às mais grandiosas lembranças e sensações. O beijo, o carinho, a entrega que seja momentânea, a coisa da carne, pois, era o que havia de verdade, é o que de fato mais remete a este momento, o pulsar de ambos, os sexos, tudo faz-se sentir, o sangue esquenta e enrijece. Falta que isso faz, isso é plural. A consumação do sexo feito e do não feito, isso é falta. O remorsso da sua decisão, da minha inconseqüência, do fim que não devia ser fim, das palavras não ditas, das decisões preciptadas, dos afetos-desabores, que no fim só a gente se entendia. Entendia porque o signo nos unia. Bobagem isso, mas era a justificativa, mais fútil pra dizer que entre nós, havia de fato um gostoso apreço daquele que transcendia até, ao amor, pois, de fato era melhor. Disso tudo, O fim, enfim, mas agora, ainda o tenho pra sempre. É e foi eu e você, nós.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Era assim.

A minha imobilidade de fazer as coisas irrita, o não escrever, o não ler, o mundo girar e passar por mim e por você, o que fazer!?
Esperar a virada do ano para as novas promessas, as novas metas, ainda há tempo, hoje.